A8 - Divulgação Científica

Responsável: Linnyer Beatrys Ruiz Aylon

A8 - Divulgação Científica

Responsável: José Alexandre Diniz

A área de Divulgação Científica do INCT NAMITEC tem o objetivo duplo de divulgar os resultados de pesquisa da rede e, ao mesmo tempo, popularizar os conceitos complexos de semicondutores, micro e nanotecnologias para o público geral. O foco é tornar o conhecimento científico acessível a uma audiência não especializada.

Para atingir essa meta, a área está estruturada em duas frentes principais: a Difusão Científica e a Popularização da Ciência.

 

I. Difusão Científica

 

Esta frente concentra-se na divulgação sistemática das atividades e dos resultados gerados pelos pesquisadores do instituto. Para garantir a regularidade e a atualização constante dos canais, o INCT NAMITEC contará com uma equipe dedicada.

As principais ações de Difusão Científica incluem:

  • Comunicação Interna: Manter a rede informada sobre o andamento dos trabalhos através de e-mails e workshops de integração.

  • Produção de Conteúdo: Criação de vídeos curtos e textos em linguagem simples sobre teses, dissertações, artigos e patentes, destacando a importância dos resultados. Este material será voltado ao público jovem e leigo.

  • Plataformas Digitais: Desenvolvimento e manutenção de um site dinâmico com notícias e resultados que atraiam o público e a mídia, além da governança ativa das redes sociais (Instagram, Facebook e LinkedIn).

  • Eventos e Artigos: Organização de webinários sobre os temas de pesquisa e a divulgação de publicações científicas relevantes em congressos e periódicos.

 

II. Popularização da Ciência

 

Esta frente atua como uma ponte de mediação entre a ciência e a sociedade, focando em capacitar, ensinar e dialogar com diferentes públicos, especialmente em eventos e escolas. O objetivo é que os temas do INCT sejam amplamente compreendidos e aplicados em soluções para a sociedade.

Duas iniciativas centrais lideram esta frente:

  • Projeto ESCOLA 4.0 (UNICAMP): Coordenado pelo Prof. Fabiano Frutt, este projeto (já em andamento na UNICAMP e previsto para expansão) leva ações de ensino, pesquisa e extensão a estudantes do ensino fundamental e médio. Utiliza metodologias de Aprendizado Baseado em Projetos (oficinas “mão na massa”) para aumentar o interesse dos jovens pelas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM).

  • Manna Chips (UEM): Coordenada pela Profa. Linnyer Aylon, esta é uma coletânea de ações do ecossistema Manna_Team. O projeto foca em Tecnologias Exponenciais (IA, IoT, Computação Quântica) e Educação 5.0, buscando espalhar o conhecimento geograficamente pelo interior do Brasil. A iniciativa promove experiências imersivas para públicos diversos (crianças, adolescentes, indígenas, pessoas com deficiência) e se apoia em uma rede de mais de 1.000 membros, incluindo 58 pesquisadores doutores.

Responsável: Linnyer Beatrys Ruiz Aylon

Email: linnyer@gmail.com


Manna Chips que é uma coletânea de ações de educação, popularização e divulgação científica do Manna_Team para diferentes tipos de público e realizado por diferentes atores da sociedade. O Manna Chips se espalhará geograficamente pelo interior do Brasil em escolas e espaços públicos de cidades pequenas. Na fase distribuída, o festival ganhará o Brasil convidando grupos e instituições a oportunizarem experiências com os semicondutores. Fundado no ano 2000, o Ecossistema  Manna ou simplemente Manna realiza  pesquisa, desenvolvimento e inovação em Tecnologias Exponenciais (Inteligência Artificial (IA), a Internet das Coisas (IoT) e suas variações, tais como a Internet dos Drones (do inglês, Internet of Drones, conhecido como IoD), Internet Robóticas das Coisas  (do inglês, Internet of Robotic Things, conhecido como IoRT), Internet de Todas as Coisas (do inglês, Internet of EveryThings, conhecido como IoE) e a Internet do Nada (do inglês, Internet of No Things, conhecida como IoNT), Internet dos Sons (do inglês, Internet of Songs, conhecida como IoS), Próteses Biônicas, Wearables, Jogos e Metaverso), aquelas que contribuem para mudanças rápidas na sociedade, com vistas a diferentes cenários e mercados, bem como na área de Educação 5.0  – onde o grupo é pioneiro em pesquisas e práticas no mundo. Recentemente o grupo iniciou pesquisas em outros temas como Computação Quântica, Supercomputação e Ciência Aberta.  O Manna_Team se reconhece como uma Teia de Inovação formada por Pessoas Exponenciais fazendo pesquisa, extensão, ensino e inovação e dedicando uma parte do tempo para em poderar pessoas a partir de experiências imersivas e intensivas  que ensinam e despertam para o soft skills. A contribuição extrapola os muros das diferentes IES (Instituições de Educação Superior) participantes do Manna, alcança diversas entidades e se torna um movimento de transformação digital, de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) com potencial para mudar realidades, em especial, a realidade de crianças, adolescentes e profissionais do interior do Brasil, além dos indígenas, deficientes visuais, pessoas do espectro autista e pessoas com altas habilidades. A teia de cientistas e profissionais chamada de Manna_Team,  está  distribuída pelas 05 (cinco) regiões geográficas do país e entre os seus 1.000 membros, o Manna_Team conta com 58 pesquisadores(as) com doutorado, sendo 14 doutoras e 44 doutores.

A atividade de Empacotamento Eletrônico (Packaging) teve início na necessidade de se proteger os diminutos circuitos integrados (chips) de intempéries e manuseio enquanto ainda permitindo o acesso às novas capacidades eletrônicas que estes traziam.

Evoluindo em conjunto e em paralelo com os chips semicondutores desde a década de 1950, o empacotamento eletrônico se tornou uma tecnologia à parte e altamente desenvolvida que abrange desde a montagem de semicondutores discretos até sistemas complexos. Por essa razão, muitas vezes vemos o termo Packaging como sinônimo para Integração de Sistemas.

Atualmente, o Packaging engloba um vasto campo de tecnologias necessárias para interconectar os mais diversos componentes a fim de constituírem um sistema completo. Tais componentes possuem diversas naturezas além do eletrônico, tais como mecânicos (por exemplo MEMS, SAW), ópticos e fotônicos (como câmeras, LEDs e fibra óptica), sensores ambientais e biológicos, componentes para IoT entre vários outros. O melhor exemplo disso são os smartphones e tablets, que possuem sensores de movimentos (componentes mecânicos), telas e câmeras fotográficas/filmadoras com lentes de alta qualidade (componentes ópticos) interconectados a poderosos processadores e memória (componentes eletrônicos) para o seu funcionamento. Conectores de fibra óptica empregados para comunicação de internet e TV a cabo são exemplos de componentes fotônicos interconectados a componentes elétricos.

Além de desenvolver as suas próprias tecnologias, o Packaging também adaptou e agregou várias técnicas empregadas originalmente para a fabricação de transistores e demais categorias de microfabricação, como sputtering, corrosões anisotrópicas, entre outras.

Essa multitude de processos e natureza de componentes trouxe ao contexto da indústria eletrônica o conceito de integração híbrida e de More than Moore, ampliando e estendendo* a principal guia de desenvolvimento, a Lei de Moore, para áreas não mapeadas nem imaginadas nos primórdios deste importante setor econômico mundial.

*veja, por exemplo: R. R. Tummala, “Moore’s Law for Packaging to Replace Moore’s Law for ICS,” 2019 Pan Pacific Microelectronics Symposium (Pan Pacific), Kauai, HI, USA, 2019, pp. 1-6, doi: 10.23919/PanPacific.2019.8696409.

Translate »